This is default featured slide 1 title

Go to Blogger edit html and find these sentences.Now replace these sentences with your own descriptions.

This is default featured slide 2 title

Go to Blogger edit html and find these sentences.Now replace these sentences with your own descriptions.

This is default featured slide 3 title

Go to Blogger edit html and find these sentences.Now replace these sentences with your own descriptions.

This is default featured slide 4 title

Go to Blogger edit html and find these sentences.Now replace these sentences with your own descriptions.

This is default featured slide 5 title

Go to Blogger edit html and find these sentences.Now replace these sentences with your own descriptions.

quinta-feira, 13 de maio de 2010

Temporada de furacões no Atlântico de 2010

A temporada de furacões no Atlântico de 2010 será um evento no ciclo anual de formação de ciclones tropicais. A temporada começará oficialmente em 1 de junho e termina em 30 de novembro. Estas datas delimitam convencionalmente o período de cada ano, quando a maioria dos ciclones tropicais se formam na bacia do Atlântico.

Previsões para a temporada

A equipe de Philip J. Klotzbach na Universidade do Estado do Colorado (ECU) (liderada antes por William M. Gray) definiu o número médio de tempestades por temporada, definido entre 1950 a 2000 como 9,6 tempestades tropicais, 5,9 furacões e 2,3 grandes furacões (furacões que alcançam a intensidade de um furacão de categoria 3 ou superior na escala de furacões de Saffir-Simpson).[1] A NOAA define uma temporada como acima, perto ou abaixo do normal através de uma combinação dos números de tempestades tropicais dotadas de nome, dos furacões e dos grandes furacões, além do índice de energia ciclônica acumulada (ECA).[2]

Previsões de pré-temporada


Em 9 de dezembro de 2009, a equipe de Klotzbach emitiu sua primeira previsão a longo prazo para a temporada de 2010, prevendo uma atividade ciclônica para a temporada perto ou acima do normal (11 a 16 tempestades tropicais dotadas de nome, 6 a 8 furacões e 3 a 5 grandes furacões, com um ECA entre 100 a 162), e citaram que suas previsões foram baseadas na previsão da dissipação do El Niño antes do início da temporada.[1]

Nomes das tempestades


Os nomes seguintes serão usados para dar nomes a tempestades que se formam em 2010 no oceano Atlântico norte. Os nomes não retirados nesta lista serão utilizados novamente na temporada de 2016. Esta lista é a mesma usada em 2004, exceto por Colin, Fiona, Julia e Igor, que substituíram Charley, Frances, Jeanne e Ivan, respectivamente.[3]



Alex (sem usar)

Bonnie (sem usar)

Colin (sem usar)

Danielle (sem usar)

Earl (sem usar)

Fiona (sem usar)

Gaston (sem usar) Hermine (sem usar)

Igor (sem usar)

Julia (sem usar)

Karl (sem usar)

Lisa (sem usar)

Matthew (sem usar)

Nicole (sem usar) Otto (sem usar)

Paula (sem usar)

Richard (sem usar)

Shary (sem usar)

Tomas (sem usar)

Virginie (sem usar)

Walter (sem usar)

Furacão Cindy

O furacão Cindy foi um ciclone tropical que atingiu brevemente a intensidade de um furacão mínimo no golfo do México durante Julho na temporada de furacões no Atlântico de 2005 e fez landfall na costa da Luisiana, Estados Unidos. Cindy foi o terceiro sistema tropical dotado de nome e o primeiro furacão da temporada. Pensava-se que originalmente Cindy foi era apenas uma tempestade tropical durante o seu pico de intensidade, mas análises pós-tempestade confirmaram que Cindy foi um furacão mínimo de categoria 1 durante aquele momento.




O furacão Cindy formou-se inicialmente em 3 de Julho logo a leste da península de Iucatã no mar do Caribe. A depressão logo fez landfall na península e se enfraqueceu antes de seguir para o golfo do México em 4 de Julho. A tempestade fortaleceu-se assim que seguia para o norte, se tornando um furacão pouco antes de fazer landfall perto de Grand Isle, Luisiana, em 5 de Julho. A tempestade enfraqueceu-se assim que seguia sobre terra e se tornou extratropical em 7 de Julho.



O furacão foi responsável por três mortes nos Estados Unidos e trouxe fortes chuvas para Luisiana, Mississippi, Alabama e Maryland. Um tornado anormal de intensidade F2 na escala Fujita foi gerado pelo sistema remanescente de Cindy e causou severos danos em Hampton. Cindy também causou enchentes e um severo blecaute em Nova Orleans, Luisiana, que encorajou a população a deixar a cidade quando o furacão Katrina se aproximou da cidade no mês seguinte.

História meteorológica

Em 24 de Junho, uma intensa onda tropical deixou a costa ocidental da África e seguiu rapidamente para oeste sobre o Atlântico norte tropical sem mostrar sinais de organização. A onda ficou gradualmente mais organizada assim que cruzava o Caribe, e no final de 3 de Julho, a onda se organizou para a depressão tropical Três a cerca de 130 km a leste de Chetumal, México.[1] Os modelos tinham inicialmente dificuldades em predizer a trajetória da depressão e os meteorologistas do Centro Nacional de Furacões (NHC) refletiu isto, indicando que a depressão seguiria para o Texas.[2] A depressão desenvolveu-se rapidamente antes de fazer landfall na península de Iucatã no começo da madrugada (UTC) de 4 de Julho, com ventos de até 55 km/h, e começou a perder a sua circulação ciclônica de baixos níveis assim que estava sobre terra.[1]




Um novo centro ciclônico de baixos níveis começou a se formar no final da noite (UTC) de 4 de Julho, já sobre o golfo do México, ao norte do centro original. A
reformação do centro ciclônico causou uma alteração significativa nos modelos de previsão, que agora indicariam um landfall na Luisiana.[3] A depressão seguiu para o norte para o golfo do México e se tornou a tempestade tropical Cindy no começo da madrugada de 5 de Julho. Baixo cisalhamento do vento permitiu Cindy a se fortalecer mais assim que aproximava da costa da Luisiana, e a tempestade era um furacão mínimo, com ventos máximos sustentados em um minuto de 120 km/h, quando fez landfall perto de Grand Isle, no final da noite de 5 de Julho.[1] Inicialmente pensava-se que Cindy fosse apenas uma tempestade tropical durante o seu pico de intensidade, mas análises pós-tempestade revelaram que Cindy foi realmente um furacão mínimo durante aquele momento.[4]



Cindy enfraqueceu-se para uma tempestade tropical assim que cruzava o extremo sudeste da Luisiana e a baía de Breton antes de fazer um segundo landfall perto de Waveland, Mississippi, com ventos de até 85 km/h em 6 de Junho. Cindy seguiu para nordeste sobre o Mississippi e o Alabama, se enfraquecendo para uma depressão tropical mais tarde naquele dia. A depressão tornou-se um sistema extratropical sobre as Carolinas em 7 de Julho e seguiu para nordeste, se dissipando sobre o golfo de São Lourenço em 9 de Julho.[1]

Preparativos e impactos

Com a aproximação de Cindy da costa do golfo dos Estados Unidos, o Centro Nacional de Furacões (NHC) emitiu um aviso de tempestade tropical para a costa, entre Morgan City, Luisiana, a Destin, Flórida,[5] e tanto os turistas quanto os residentes daquela região se retiraram das costas da Luisiana e da Flórida.[6] Trabalhadores foram retirados de plataformas petrolíferas que estavam na trajetória da tempestade e as refinarias costeiras pararam de descarregar petróleo assim que a aproximação de Cindy deixou tais atividades perigosas.[7]




Três mortes foram atribuídas a Cindy, nenhum dos quais perto da localidade do landfall da tempestade.[1] Aproximadamente 300.000 residências no sudeste da Luisiana e na costa do Mississippi ficaram sem o fornecimento de eletricidade, além de uma maré de tempestade de aproximadamente 1,2 a 1,8 m afetar a mesma área, causando pequena ressaca perto de Grand Isle, Luisiana.[1]



Em Nova Orleans, também na Luisiana, as rajadas de vento chegaram a 110 km/h, muitas árvores foram danificadas ou derrubadas,[6] e algumas ruas isoladas tiveram enchentes. Como milhares de pessoas ficaram sem o fornecimento de eletricidade, a cidade experimentou o seu pior blecaute desde o furacão Betsy quarenta anos antes. Embora Cindy estivesse ainda sendo listado como uma "tempestade tropical" pelo serviço meteorológico naquele momento, muitas pessoas em Nova Orleans tiveram a impressão de que Cindy foi um furacão, e referiam ao sistema como o "furacão Cindy" mesmo antes de o sistema ser realmente classificado para um furacão meses depois.[8][9] Muitas pessoas na Região metropolitana de Nova Orleans esperavam efeitos mínimos da tempestade, mas estavam limpando os escombros e ficaram sem o fornecimento de eletricidade por dias após a passagem de Cindy. A experiência encorajou muitas pessoas a saírem da região quando o furacão Katrina, muito mais poderoso, estava em direção à cidade dois meses depois.[10][11]

Mesmo embora Cindy tenha se enfraquecido para uma depressão tropical quando se movia sobre terra, os efeitos do sistema ainda eram significantes por toda a sua porção final de sua trajetória. No dia após o seu landfall no sudeste da Luisiana, a depressão tropical Cindy alcançou o Alabama. Lá, suas bandas externas de tempestade produziram chuvas fortes e oito tornados.[12] Os danos foram mais limitados a árvores e a linhas de transmissão, mas um tornado F1 na escala Fujita no condado de Macon feriu um homem, destruiu uma oficina de autorreparo, além de danificar os carros próximos.[13]




Na Geórgia, algumas partes do Atlanta Motor Speedway e do aeroporto municipal Clayton County Airport - Tara Field, em Hampton sofreram cerca de 40 milhões de dólares em danos causados por um tornado F2 gerado pela tempestade.[14] Um tornado F1 no condado de Fayette danificou três residências e causou danos estimados em 3 milhões de dólares.[15] Quatro outros tornados foram confirmados em todo o estado, embora nenhum deles tenha causado danos significativos.[16] O Aeroporto Internacional de Atlanta registrou 130 mm de precipitação acumulada em 6 de Julho, o seu sexto maior registro de chuva acumulada em 24 horas desde que os registros começaram em 1878;[17] a maior parte da chuva caiu em apenas duas horas. Esta quantidade de chuva é maior do que o esperado em todo o mês de Julho.[18]



A área de baixa pressão remanescente de Cindy seguiu pelo oeste e pelo norte da Carolina do Norte combinado com um limite frontal. Isto resultou na produção de várias supercélulas de trovoadas. Estas supercélulas geraram vários tornados no oeste da Carolina do Norte, ao pé dos Apalaches, mas seus efeitos foram mínimos.[19] Continuando a seguir para o nordeste, Cindy provocou mais de 125 mm de chuva para áreas mais distantes, tais como Salisbury, Maryland[20]

Nomenclatura


Quando a tempestade tropical Cindy formou-se em 5 de Julho, foi a sétima vez que o nome Cindy foi usado para dar nome a uma tempestade tropical no oceano Atlântico. Devido à falta de grandes efeitos do furacão, o nome Cindy não foi retirado pela Organização Meteorológica Mundial (OMM) e estará presente na lista de nomes dos furacões para a temporada de 2011.[21]

Onda de tornados do furacão Cindy (2005)

A onda de tornados do furacão Cindy foi uma onda de tornados de quase dois dias que estava associada à passagem do furacão Cindy sobre o sul dos Estados Unidos que começou em 6 de Julho de 2005 sobre as costas dos estados americanos do Alabama e a Flórida, bem como a Geórgia, antes de terminar na costa dos estados do Mid-Atlantic em 8 de Julho. A onda não causou fatalidades, com apenas uma pessoa ferida, mas foi relativamente intensa devido aos dois "toques ao chão" de tornados F2. O próprio furacão causou 3 fatalidades, duas na Geórgia e um no Alabama.[1] Cindy produziu 44 tornados em sete estados americanos num período de quase dois dias. Os danos foram agravados pela passagem do furacão Dennis, que atingiu os Estados Unidos apenas alguns dias após a passagem de Cindy pela região

Eventos tornádicos


A onda de tornados começou assim que o sistema remanescente do furacão Cindy enfraqueceu sobre a Luisiana. Assim que a tempestade se enfraquecia, fortes trovoadas começaram a se formar ao longo das bandas externas da tempestade no Alabama. O primeiro tornado tocou ao chão perto de Semmes, Alabama, por volta das 9:00 (UTC). O tornado causou destelhamentos a várias construções, e também causando a queda de várias árvores.[2] Nas dez horas seguintes, vários tornados F0 e dois tornados F1 tocaram ao chão no Alabama e na Flórida. No final da noite de 6 de Julho, o sistema remanescente de Cindy seguia sobre o Alabama e a atividade tornádica seguiu para a Geórgia. Às 13:45 (UTC), um grande tornado tocou ao chão perto do Atlanta Motor Speedway causando severos danos a estruturas no complexo. O tornado então seguiu para um aeroporto onde vários aviões e helicópteros foram danificados. Várias residências foram destruídas ou danificadas pelo tornado. O tornado foi classificado como um tornado F2 na escala Fujita pelo Serviço Nacional de Meteorologia dos Estados Unidos (NWS).[3] A atividade tornádica diminuiu por um curto período de tempo, mas logo voltou a aumentar no começo da madrugada de 7 de Julho assim que o sistema remanescente de Cindy seguia pela Geórgia. Às 17:10 (UTC), um tornado F2 tocou ao chão a cerca de 11 km ao sul de Taylorsville, Carolina do Norte, onde três construções foram danificadas e uma casa móvel foi destruída.[4]Cerca de uma hora depois, outro tornado F2 tocou ao chão na Carolina do Norte, a cerca de 7 quilômetros de Harmony. O tornado danificou várias construções antes de seguir para o condado de Yadkin, onde mais 13 construções foram danificadas, assim como danos em plantações de fumo e de milho.[5] Nas horas seguintes, a atividade tornádica chegou na Virginia. Antes do sistema remanescente de Cindy seguir para o Oceano Atlântico, sete tornados F1 atingiram o estado. A onda de tornados chegou ao fim nas primeiras horas de 8 de Julho assim que Cindy começou a se afastar da costa leste dos Estados Unidos.


Tornados confirmados


Total F0 F1 F2 F3 F4 F5

 44    26 15   3   0   0   0


Eventos de 6 de Julho


Lista de tornados confirmados - Quarta-feira, 6 de Julho de 2005

F# Localidade Condado Coord. Hora (UTC) Comprimento

da trajetória Danos

Alabama

F0 Região de Semmes Mobile 30,78° -88,25′ ° ′ 09:00 800 m Breve toque ao chão, danos compreendidos principalmente a destelhamentos. Cerca de 50.000 dólares em prejuízos.

F0 Região de Chunchula Mobile 30,92° -88,2′ ° ′ 09:53 800 m Breve toque ao chão, árvores e postes caídos. Cerca de 20.000 dólares em prejuízos.

F0 Região de Leroy Washington 31,5° -87,98′ ° ′ 11:20 800 m Breve toque ao chão, árvores e postes caídos. Cerca de 15.000 dólares em prejuízos.

F0 Oeste de Walker Springs Clarke 31,53° -87,88′ ° ′ 11:25 800 m Breve toque ao chão, árvores e postes caídos. Cerca de 15.000 dólares em prejuízos.

F0 Região de Atmore Escambia 31,03° -87,5′ ° ′ 12:20 800 m Breve toque ao chão, danos principalmente a árvores. Cerca de 5.000 dólares em prejuízos.

F0 Região de Watkins Bridge Covington 31,08° -86,43′ ° ′ 15:45 800 m Breve toque ao chão, árvores e postes caídos. Cerca de 15.000 dólares em prejuízos.

F0 Região Lockhart Covington 31,02° -86,35′ ° ′ 15:57 1,6 km Breve toque ao chão, árvores e postes caídos. Cerca de 15.000 dólares em prejuízos.

F1 Norte de Autaugaville Autauga 32,5° -86,67′ ° ′ 18:27 500 m Breve toque ao chão, apenas uma construção externa destruída. Cerca de 14.000 dólares em prejuízos.

F0 Noroeste of Vida Autauga 32,62° -86,68′ ° ′ 18:36 300 m Breve toque ao chão, danos apenas em árvores. Cerca de 3.000 dólares em prejuízos.

F0 Sul-sudoeste of Cecil Montgomery 32,27° -86,02′ ° ′ 18:42 12,2 Tornado causou severos danos a um complexo de beisebol. Cerca de 22.000 dólares em prejuízos.

F0 Oeste de Shorter Macon e Elmore 32,4° -85,98′ ° ′ 18:55 9 km Algumas estruturas danificadas. Cerca de 18.000 dólares em prejuízos.

F0 Sul-sudoeste de Tallassee Elmore 32,52° -85,9′ ° ′ 19:17 2,1 km Breve toque ao chão, três casas e uma construção externa danificada. Cerca de 38.000 dólares em prejuízos.

F1 Noroeste de Tuskegee Macon 32,52° -85,8′ ° ′ 19:34 200 m Breve toque ao chão, uma loja de carros totalmente destruída, deixando uma pessoa ferida. Cerca de 48.000 dólares em prejuízos.

F0 Sudoeste de Prattville Autauga 32,42° -86,55′ ° ′ 19:56 300 m Breve toque ao chão, apenas árvores danificadas. Cerca de 2.000 dólares em prejuízos.

F0 Leste de Camp Hill Tallapoosa 32,8° -85,58′ ° ′ 20:34 200 m Breve toque ao chão, nenhum dano relatado.

F0 Sudoeste de La Fayette Chambers 32,73° -85,47′ ° ′ 20:34 200 m Breve toque ao chão, nenhum dano relatado.

F0 Leste de Opelika Lee 32,65° -85,22′ ° ′ 20:40 1,9 km Breve toque ao chão, duas casas móveis danificadas. Cerca de 34.000 dólares em prejuízos.

Flórida

F0 Região de Cantonment Escambia 30,62° -87,33′ ° ′ 11:50 1,6 km Breve toque ao chão, árvores e postes caídos. Cerca de 20.000 dólares em prejuízos.

F0 Região de Bratt Escambia 30,97° -87,43′ ° ′ 12:11 800 m Breve toque ao chão, árvores e postes caídos. Cerca de 15.000 dólares em prejuízos.

F0 Região de Laurel Hill Okaloosa 30,97° -87,47′ ° ′ 15:55 1,6 Breve toque ao chão, árvores e postes caídos. Cerca de 15.000 dólares em prejuízos.

Geórgia

F0 Sudoeste de Rocky Mount Meriwether 33,15° -84,68′ ° ′ 22:30 500 m Breve toque ao chão, duas casas móveis e alguns veículos danificados. Cerca de 25.000 dólares em prejuízos.

F0 Norte de Haralson Coweta 33,28° -84,57′ ° ′ 01:00 200 m Breve toque ao chão, danos apenas a árvores. Cerca de 1.000 dólares em prejuízos.

F0 Sudeste de Fayeteville Fayette 33.43° -84.43′ ° ′ 01:10 1,8 Breve toque ao chão, centenas de árvores foram derrubadas, causando danos a residências e a veículos. Dois estabelecimentos comerciais foram destelhados. Cerca de 2 milhões de dólares em prejuízos.

F2 Atlanta Motor Speedway Henry e Clayton 33,38° -84,32′ ° ′ 01:45 14,5 Ver abaixo

F0 Oeste de Mc Donough Henry 33,45° -84,17′ ° ′ 01:55 800 m Breve toque ao chão, uma igreja e várias residências foram danificadas. Várias árvores e postes também foram danificados. Cerca de 150.000 dólares em danos.

F1 Nordeste de Mc Donough Henry 33,48° -84,1′ ° ′ 01:55 11,3 km Danos à agricultura, a árvores e postes. Cerca de 25.000 dólares em prejuízos.

Eventos de 7 de Julho


Lista de tornados confirmados - Quinta-feira, 7 de Julho de 2005

F# Localidade Condado Coord. Hora (UTC) Comprimento da

trajetória Danos

Carolina do Sul

F1 Oeste de Anderson Anderson 34,5° -82,8′ ° ′ 06:43 800 m Breve toque ao chão, danos a uma doca e a doze barcos que estavam ancorados nela. Cerca de 150.000 dólares em prejuízos.

F1 Noroeste de Chesnee Spatanburg e Rutherford (NC) 35,18° -81,92′ ° ′ 14:51 300 m Breve toque ao chão, uma construção externa foi destruída e uma casa móvel foi tombada pelo vento. Cerca de 50.000 dólares em prejuízos.

Carolina do Norte

F2 Sul de Taylorsville Alexander 35,83° -81,17′ ° ′ 17:10 6,4 km Tornado destruiu uma casa móvel e danificou várias residências. Cerca de 150.000 dólares em prejuízos.

F2 Norte-nordeste de Harmony Iredell e Yadkin 36,0° -80,75′ ° ′ 18:10 13,8 km Pelo menos 13 construções foram danificadas ou destruídas. Danos a plantações de tabaco e de milho foram extensas. Cerca de 2,4 milhões de dólares em prejuízos.

F1 Nordeste de Yadkinville Yadkin 36,15° -80,65′ ° ′ 18:41 2,3 km Breve toque ao chão, danos apenas a árvores. Nenhum prejuízo financeiro foi relatado.

F1 Leste de Yadkinville Yadkin 36,13° -80,62′ ° ′ 18:53 1,8 km Breve toque ao chão, danos apenas a árvores. Nenhum prejuízo financeiro foi relatado.

F0 Região Lewisville Forsyth 36,1° -80,42′ ° ′ 19:30 12,9 km Danos apenas a árvores. Nenhum prejuízo financeiro foi relatado.

F0 Região de Ceffo Person 36,45° -79,05′ ° ′ 19:42 1,6 km Breve toque ao chão, nenhum dano relatado.

F0 Região de Oak Ridge (Carolina do Norte Guilford 36,18° -79,98′ ° ′ 21:20 8 km Nenhum dano relatado.

F0 Norte de Olivia Harnett 35,38° -79,12′ ° ′ 00:40 19,3 km Nenhum dano relatado.

Virginia

F1 Noroeste de Ararat Patrick 36,63° -80,55′ ° ′ 17:22 1 km Breve toque ao chão, nenhum dano relatado.

F1 Norte de Alberta Brunswick e Nottoway 36,97° -77,87′ ° ′ 00:50 6 Danos apenas a árvores. Cerca de 10.000 dólares em prejuízos.

F1 Região de Winterpock Chesterfield 37,35° -77,73′ ° ′ 02:29 800 m Breve toque ao chão, danos menores a uma residência. Cerca de 5.000 dólares em prejuízos.

F1 Leste de South Hill Mecklenburg 36,73° -78,12′ ° ′ 02:55 7,2 km Danos a várias construções. Cerca de 5.000 dólares em prejuízos.

F1 Sul de Beach Chesterfield 37,28° -77,6′ ° ′ 04:15 800 m Breve toque ao chão, danos apenas a árvores. Cerca de 3.000 dólares em prejuízos.

F1 Região de Varina Henrico 37,47° -77,4′ ° ′ 05:15 200 m Breve toque ao chão, destelhamento de um galpão industrial. Cerca de 5.000 dólares em prejuízos.

Fontes:

NCDC Tornado History Project 7/7/05





[editar] Eventos de 8 de Julho

[Esconder]Lista de tornados confirmados - Sexta-feira, 8 de Julho de 2005

F# Localidade Condado Coord. Hora (UTC) Comprimento da

trajetória Danos

Virginia

F1 Norte de Capron Southampton 36,72° -77,2′ ° ′ 06:20 1,6 Breve toque ao chão, apenas danos mínimos. Cerca de 2.000 dólares em prejuízos.

F1 Região de Saluda Middlesex 37,6° -76,6′ ° ′ 0715 4,8 Uma residência completamente destelhada. Cerca de 5.000 dólares em danos.


Eventos de 8 de Julho


[Esconder]Lista de tornados confirmados - Sexta-feira, 8 de Julho de 2005

F# Localidade Condado Coord. Hora (UTC) Comprimento da

trajetória Danos

Virginia

F1 Norte de Capron Southampton 36,72° -77,2′ ° ′ 06:20 1,6 Breve toque ao chão, apenas danos mínimos. Cerca de 2.000 dólares em prejuízos.

F1 Região de Saluda Middlesex 37,6° -76,6′ ° ′ 0715 4,8 Uma residência completamente destelhada. Cerca de 5.000 dólares em danos.

Atlanta Motor Speedway


Às 8:45PM no Horário Padrão do Leste dos Estados Unidos (EST), um tornado com largura de mais de 800 m tocou ao chão perto de Atlanta Motor Speedway. É estimado que o tornado tivesse ventos de até 195 km/h no momento em que começou a afetar o complexo.[3] Praticamente toda construção do complexo sofreu algum dano, sendo que alguns sofreram danos severos. Em alguns dos condomínios do complexos, houve destelhamentos. A maior parte das estruturas teve suas janelas estouradas. O placar do complexo foi levado pelo vento. A pista não foi danificada; no entanto, ficou cheia de escombros.[6] O tornado continuou em sua trajetória de destruição em direção ao Aeroporto de Tara Field, a oeste do Atlanta Motor Speedway. Lá, onze aviões e cinco helicópteros foram danificados. Então, o tornado seguiu para o Reservatório de água "Edgar Blalock Raw". Neste momento, o tornado já tinha se enfraquecido e diminuído em tamanho e, posteriormente, seguiu para noroeste, adentrando o condado de Clayton, deixando de existir por volta das 9:04PM (EST).



Os danos causados pelo tornado foram extensos. Cerca de 40 milhões de dólares em danos foram relatados somente no Atlanta Motor Speedway; algumas construções tiveram que ser demolidas e reconstruídas.[6] Perto do aeroporto, um posto de gasolina foi destruído e cerca de 60 residências foram seriamente danificadas; outras 600 foram danificadas em algum grau na trajetória de 14,5 km do tornado. Boa parte do condado de Henry ficou sem o fornecimento de energia elétrica.[3]



No geral, o tornado causou 71,5 milhões de dólares em prejuízos. Apesar da destruição, nenhuma pessoa foi ferida pelo sistema.

ATENÇÃO
Logo será postado sobre o furacão Cindy

Tespestade

Uma tempestade (do latim tempestate, "tormenta, agitação"), tormenta, temporal ou toró[1] é um fenômeno atmosférico marcado por ventos fortes, trovoadas, relâmpagos, raios e chuva[2], usualmente com duração de dezenas minutos. [3]

Formação e caracterização


As tempestades estão em geral associadas às nuvens do tipo Cumulonimbus. O radar meteorológico é uma das ferramentas fundamentais em seu estudo. Dentro da grade de disciplinas dos cursos de graduação em Meteorologia, as tempestades são estudas na disciplina de física de nuvens.



As tempestades provocam precipitação de água líquida e gelo, na forma de chuvisco, chuva leve, moderada e forte, e quando é mais intensa com fortes correntes ascendentes e descendentes também granizo e saraiva. As tempestades podem aparecer isoladas, ou em grupo na forma de agrupamentos convectivos (cluster), de forma mais ou menos desorganizada, ou na forma de linhas de tempestades, chamadas linhas de instabilidade, ou ainda quando uma das tempestades do agrupamento cresce mais que todas as outras e atinge grandes proporções (tipicamente 10 km x 10 km x 12 km em latitudes médias) como uma super-célula.



Na regiões montanhosas de climas frios (latitudes médias) a tempestade pode provocar neve ou nevasca se o vento é intenso. Ao derreter neve fresca obtém-se água líquida na proporção aproximada de 10 para 1, por exemplo, um metro de neve fresca derrete para formar 100 mm (10 cm) de altura de água lúida sobre cada medtro quadrado do terreno horizontal.



Tempestades acontecem quando há suficiente liberação de calor latente pela condensação de gotas de nuvem e cristais de gelo (na parte fria da tempestade). Dentro da tempestade coexistem movimentos verticais ascendentes e descendentes intensos, o que gera muita turbulência mistura e entranhamento de ar pelo topo da tempestade a medida que ela cresce. O ar seco que entranha pelo topo é muito seco e evapora as gotas e cristais da nuvem gerando resfriamento das parcelas de ar e sua descida através da nuvem, na forma de correntes descendentes, ao mesmo tempo que correntes ascendentes sobem devido ao aquecimento das parcelas de ar pela liberação de calor latente de condensação.



As tempestades ocorrem quando a atmosfera encontra-se termodinamicamente instável, há energia potencial disponível para ser convertida em movimento de ar ascendente dentro da nuvem e descendente fora da nuvem (na forma de uma célula de circulação), e quando há convengência do vento em superfície, por exemplo, junto a uma frente de rajada de brisa marítima durante o período convectivo.



É interessante que novas células de tempestade podem se formar do lado em que o ar úmido adentra à tempestade principal (indutora). As células podem se deslocar em uma direção enquanto a tempestade em si ou o sistema de tempestades se desloca em outro. O sistema vai na direção do vento médio da troposfera enquanto as células individuais se propagem em uma direção intermediária entre o vetor médio troposférico e o oposto do vetor médio da baixa troposfera, isto é para uma direção inclinada em relação aquela que o ar úmido e instável entra na nuvem em baixos níveis.



Tempestades podem ocorrer quando um Jato de Baixos níveis provê enorme quantidade de ar úmido e potencialmente instável à região de formação das tempestades, vide o meio oeste estadunidense (USA), nas Grandes Planícies a Leste das Montanhas Rochosas.

Tipos


Há muitos nomes e variedades para tempestades.

Historias e lendas


As tempestades tiveram grande influência na cultura de muitas das civilizações da antiguidade. Os romanos achavam que tempestades eram batalhas dos Deuses contra os Titãs. Já os índios da América do Norte acreditavam que as tempestades eram serventes de um "Grande Espírito". Em tempos mais recentes, as tempestades tornaram-se alvo de assumiram mais um papel de curiosidade. Toda primavera, caçadores de tempestades vão às grandes planícies do interior da América do Norte para explorar os aspectos visuais e artísticos de tempestades e tornados.

domingo, 9 de maio de 2010

Furacão Catarina

FURACÃO CATARINA: CICLONE OU FURACAO EXTRATROPICAL


29/mar/2004 - 12h56 - Cientistas americanos, especializados em análise e previsão de fenômenos severos não tem mais dúvidas e afirmam que o ciclone extratropical Catarina, que atingiu a Região Sul do país era de fato um furacão categoria 1, na escala Saffir-Simpson, que mede a intensidade dos ventos dos furacões. Isso faz de Catarina o primeiro furacão extratropical conhecido e também o primeiro a atingir o Brasil.

29/mar/2004 - 07h20 - O ciclone extratropical Catarina, que atingiu a região sul do país neste domingo, o fez com a intensidade de um furacão. Segundo autoridades locais, sua passagem deixou pelo menos 3 mortos e 100 mil casas destruídas.

A cidade de Torres está em estado de emergência. A população faz filas para receber telhas, distribuidas pela Defesa Civil. Mais de 20 mil casas foram destruidas.

As imagens mostradas na televisão impressionam até especialistas. Segundo cientistas do Centro Nacional de Furacões (NHC) em Miami, pelas imagens exibidas Catarina deve ter atingido a costa com ventos de 170 km/h. Moradores do local, muito assustados, afirmavam que o que viram não vão esquecer tão cedo.

Segundo a GloboNews, a Defesa Civil de Torres havia proposto a evacuação da cidade, mas o ministro Ciro Gomes, da Integração Nacional, não autorizou, dizendo que os ventos seriam mais fracos que o previsto. Não foram.



HISTÓRICO


Ciclone Catarina se dissipa e deixa rastro de destruição

28-mar-2004 - 23h15 O Ciclone extratropical Catarina, que atingiu a região sul do país neste domingo já está dissipado.

Durante sua passagem, Catarina matou duas pessoas e danificou mais de 30 mil casas.

Ao longo da madrugada, ventos de até 150 km/h atingiram a divisa entre os Estados de Santa Catarina e Rio Grande do Sul, desde Laguna, SC até Torres, RS. Quarenta municípios catarinenses foram atingidos. Os mais castigados são Maracajá, Turvo, Meleiro, Araranguá, Arroio do Silva, Sombrio, Imbé do Sul e Ermo. O ciclone também passou pelo município de São Joaquim, na região do planalto serrano, onde causou problemas.

A cidade catarinense de Criciúma foi uma das mais atingidas. Conforme informações do JB Online, cerca de 1.2 mil pessoas ficaram desalojadas. A Defesa Civil está com dificuldade para abrigá-las. Mais de 100 casas foram destelhadas e 20 caíram. Em toda a região 20 mil residências foram atingidas. A rede elétrica teve 250 transformadores destruídos e mil postes derrubados pela ventania. A energia está sendo restabelecida aos poucos.

--------------------------------------------------------------------------------

Catarina causa 2 mortes e muitos estragos

28-mar-2004 - 09h15 O ciclone extratropical Catarina começou a perder forças, mas causou grandes estragos em Santa Catarina, onde duas pessoas morreram e várias ficaram desabrigadas no Estado. Sete pescadores estão desaparecidos.

Segundo informou a Defesa Civil, em Torres, no RS, uma criança morreu devido ao desabamento de uma casa. Na BR 101 o ciclone causou a morte de um homem que estava dentro de um carro quando foi atingido por uma árvore.

A BR 101 está interditada entre Sombrio e Criciúma. A situação é crítica entre Araranguá e Criciúma. A Defesa Civil pede para que os motoristas evitem utilizar a estrada.

Quatro barcos, com cerca de sete tripulantes cada estão à deriva de 5 a 10 km da costa de Arroio do Sal. A Defesa Civil do estado de SC confirmou que um deles virou.

Segundo a Globo News, 200 casas estão destelhadas ou completamente destruídas em Araranguá, SC. Os municípios mais atingidos são Arroio do Silva Araranguá e Sombrio.

Segundo a Epagri/Climerh, Catarina começa a perder forças, mas alertam que ainda deve causar ventos fortes e chuvas em todo o litoral e planalto sul catarinenses e também no nordeste do Rio Grande do Sul.

O ciclone que se formou na altura da costa sul brasileira atingiu na magrugada de hoje o sul de Santa Catarina e o norte do Rio Grande do Sul. De acordo com informações da Globonews, ao longo da madrugada ventos de até 150 km/h atingiram a divisa de SC e RS, desde Laguna (SC) até Torres (RS).

O ciclone extratropical 1-T Alfa, chamado de "Catarina", é classificado pelo NHC (Centro Nacional de Furacões, EUA) como um furacão categoria 1 (com ventos entre 120 e 150 km/h), mas a classificação mudou devido à temperatura no centro da tormenta. As ondas provocadas por Catarina atingiram picos de até cinco metros de altura em alto-mar.

Conforme noticiou a RBS-TV, ventos com até 90 km/h atingiram a região do Cabo de Santa Marta no início da noite do sábado. Nas praias do sul, o ventos atingiram velocidade máxima de 50 km/h com rajadas de até 75 km/h, com ondas de até 3 metros de altura.

Catarina deve perder gradualmente intensidade durante as próximas horas, mas é necessário constante acompanhamento devido ao potencial de mudanças e principalmente por se tratar de primeira ocorrência desse fenômeno no Atlântico Sul.

--------------------------------------------------------------------------------

Ciclone extratropical Catarina deve atingir o sul do Brasil com força de furacão

27-mar-2004 - 18h00 - A tempestade extratropical 1-T-Alfa, agora batizada de Catarina por cientistas catarinenses, encontra-se neste momento a 240 km do litoral de Torres, no estado de Santa Catarina e deve atingir a costa nas próximas horas.

Segundo o Centro Nacional de Furacões em Miami, NHC , a tempestade é considerada um furacão de categoria 1 na escala Saffir-Simpson, que mede a velocidade dos ventos dos furacõe e vai de 1 a 5.

Às 17h29 a tempestade produzia ventos sustentados de 150 km/h com rajadas atingindo até 178 km/h. A pressão barométrica no olho da tormenta foi estimada pelo NHC em 980 milibares.

--------------------------------------------------------------------------------
Classificação de Catarina divide cientistas

Classificar Catarina de furacão ou tempestade extratropical pode ser praticamente impossível. “Estamos ainda debatendo se é ou não um furacão, mas de acordo com nossas estimativas, com certeza é”, disse Wally Barnes, meteorologista do Instituto Nacional de Furacões dos Estados Unidos, com sede em Miami.

--------------------------------------------------------------------------------
Formação é inédita

O aparente furacão categoria 1 se formou a cerca de 442 km da costa sul do Brasil, surpreendendo meteorologistas – que nunca viram a ocorrência de tal fenômeno na região. Imagens de satélite mostram uma grande espiral, aproximadamente do tamanho do Uruguai perto do litoral de Santa Catarina.

“A característica, pela foto de satélite, é de um furacão porque tem um olho bem definido, a circulação é circular e está totalmente desprendido da frente fria”, disse a meteorologista Odete Marlene Chiesa, do Instituto Nacional de Meteorologia, em Brasília.

“Se nós formos definir esse sitema de acordo com a temperatura do mar, ele não poderia estar se formando, principalmente porque já estamos do outono. Então, não seria um furacão. Dependendo do ponto de vista de análise, vamos classificar como furacão ou como ciclone extratropical, mas no momento não temos uma definição final”, completou.

Tanto Chiesa quanto Barnes confirmaram o espanto com a descoberta da tempestade que, caso seja declarada de fato um furacão, representará um fato inédito no Atlântico Sul desde que o monitoramento climático por satélite começou nos anos de 1960.

“Temos uma divergência total de estimativas sobre o fenômeno porque é uma coisa que nunca vimos antes. É totalmente histórico nesse sentido. Os brasileiros nunca tiveram essa experiência”, disse Barnes.

Mapa de visitantes online